✝ Resenha: Traduções Poéticas – Elayne Amorim

Título:   Traduções
poéticas
Autora: Elyane Amorim
Genero: Poemas …diversos
Editora: Interagir
Paginas: 152
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Traduções Poéticas

    Transladar sentimento. Este livro
nasce após alguns anos de encubamento. À idade da razão, enfim, soltos meus
versos irracionais que tentam traduzir os mais diversos e controversos
sentimentos humanos. Muitas das vezes tangemos o cerne do que seria uma dor,
alegria, desespero, paixão, frustração, loucura e tantas outras inomináveis
reações que uma pessoa é capaz de sentir; no máximo uma tradução, simples, de
um momento, de uma visão, de uma sensação, de um fato… Uma tentativa desse
universo que somos nós. O nome do livro – que primeiro nomeou o blog – nasceu
num momento poético que não sei mais especificar, mas que conseguiu reunir as
inúmeras temáticas de que se constrói a poesia.
A poesia, ah, a poesia…
inespecífica, irracional, desafiadora e louca como as teorias científicas mais
esdruxulas. Inerentes á própria linguagem humana em palavras, ela esteve, está,
estará em tudo r nós – seres humanos – temos o privilégio de senti-la. Seja ao
alvorecer de um sonhos, ao findar de um momento, a uma paixão que (jamais)
poderá vir a tona; seja á dor ou à alegria, a poesia é extraída de tudo.
Dizem que os leitores de poesia
já nascem leitores de poesia, contudo, nos permitimos a sensações novas se
quisermos ver … sentir … A poesia, antes de mais nada, não é para ser
compreendida: é para desafiar as nossas razões, nos retirar do conforto da
rotina, do costume; é para ser sentida.

Espero levar aos leitores – todos os leitores
que estiverem com este livro à mão – a sensação de liberdade infindável que
sinto quando solto meu corpo ao galope e minha alma ás asas da imaginação.

O livro basicamente se divide em
duas partes. A primeira fala de como a autora se sente (sua alma).  Diversos poemas relatando seu estado de
espírito em comparação aos galopes dos cavalos
A segunda (e melhor) parte fala
de assuntos diversos. Natureza, cosmos, sentimentos, ações, entre diversos
outros, mas que sempre apontam uma perspectiva da própria autora, poucas vezes
pode ser visto uma demonstração de ideias ou perspectiva de uma de terceira
pessoa.

É aquele tipo de livro que deve
andar na bolsa em uma viagem, férias, ou para momentos tranquilos. Não é aquele
tipo de livro que lerá em uma sentada, mas como uma bela poesia, deve ser
apreciada aos poucos. O bom da poesia é que se torna dinâmica, onde pode ser
lido aqui e ali, beliscado e repicado, fazendo de você o diretor da própria
leitura.