Enquanto
os Homens Dormem – Até agora

Apresenta-nos o universo paralelo de personagens exóticos e envolventes que buscam a sobrevivência nas misteriosas noites de uma cidade do interior do sudeste brasileiro, embalados por paixões e desafios surpreendentes.
Ângela, uma imortal criatura bela, enigmática e sedutora vê-se num cenário muito distante do seu. Insegura com o rumo que sua eterna existência tomou e longe de Jean, seu ex-intenso e conflituoso amor, conhece Miguel, um homem tranquilo, muito atraente e que a envolve de forma intensa e singular. Porém, ao conhecer sua família, ela suspeita que aquele por quem está se apaixonando pode ser uma ameaça e um de seus maiores oponentes. E, sem que ela saiba de sua proximidade, Jean em uma de suas raras e tensas reaparições tem a trajetória colidida à da bela Laica e a paixão entre eles explode, paradoxalmente: terna e brutal. Quente e inexorável.
Então, o destino de seu ex-eterno amor agora flui na mesma frequência oscilante e duvidosa que o seu: reféns daqueles com quem jamais poderiam ou deveriam compartilhar amor e prazer.
Quem são eles? De onde vieram? Para onde todos esses desencontros e encontros os levarão?

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Traduções
Poéticas

Transladar sentimentos. Este livro nasce após alguns anos de encubamento. À idade da razão, enfim, soltos meus versos irracionais que tentam traduzir os mais diversos e controversos sentimentos humanos. Muitas das vezes, tangendo o cerne do que seria uma dor, alegria, desespero, paixão, frustração, loucura e tantas outras inomináveis reações que uma pessoa é capaz de sentir; no máximo, uma tradução, simples, de um momento, de uma visão, de uma sensação, de um fato… Uma tentativa de se aproximar desse universo que somos nós. O nome do livro que primeiro nomeou o blog nasceu num momento poético em que não sei mais especificar, mas que conseguiu reunir as inúmeras temáticas de que se constrói a poesia. A poesia, ah, a poesia… inespecífica, irracional, desafiadora e louca como as teorias científicas mais esdrúxulas. Inerente à própria linguagem humana em palavras, ela esteve, está, estará em tudo e nós seres humanos temos o privilégio de senti-la. Seja ao alvorecer de um sonho, ao findar de um momento, a uma paixão que (jamais) poderá vir à tona; seja à dor ou à alegria, a poesia é extraída de tudo.Dizem que leitores de poesia já nascem leitores de poesia, contudo, talvez possamos nos permitir a sensações novas se quisermos ver… sentir… A poesia, antes de mais nada, não é para ser compreendida: é para desafiar a nossa razão, nos retirar do conforto da rotina, do costume; é para ser sentida.Espero levar aos leitores todos os leitores que estiverem com este livro à mão a sensação de liberdade infindável que sinto quando solto meu corpo ao galope e minh’alma às asas da imaginação.

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